SOS Serra Vermelha

Ajude a preservar a última floresta do semi-árido nordestino. Peça a criação do Parque Nacional Serra Vermelha. Mande um e-mail para o presidente LULA: www.presidencia.gov.br/presidente/falecom

18

de

novembro

Primata que abriga o semi-árido piauiense corre risco de desaparecer

Por falta de habitat o macaco bugio-preto (Alouatta Caraya), que vive no semi-árido piauiense, está ameaçado de extinção.

Mapeamento realizado em 31 municípios no Sul do Piauí mostra que há poucos registros do primata na região. Os pesquisadores do Centro de Proteção de Primatas Brasileiros (CPB) observaram também que os poucos indivíduos sobreviventes estão pressionados pela caça e pela descontinuidade das matas ciliares.


“O isolamento provocado pela fragmentação das matas ciliares - locais onde vivem - é o principal motivo que ameaça levar essa espécie à extinção”, alertam os pesquisadores Marcos Fialho e Juliana Ferreira. De pelagem inteiramente negra ou marrom-escura nos machos e marrom-amareladas nas fêmeas, essa espécie de primata é conhecida também como carajá, guariba, guariba-preto.

Todos os registros do bugio-preto realizados entre 2005 e 2008 ocorreram durante as expedições à região do Alto Parnaíba, na bacia do rio Gurguéia, e nas drenagens pertencentes à Bacia do Rio São Francisco, ao sul da Serra Vermelha e da Serra da Capivara.

Os dados de campo da pesquisa realizada no Piauí sugerem que a ocorrência do bugio-preto está restrita às matas ciliares e às suas proximidades, bem como aos boqueirões - regiões úmidas existentes no semi-árido e em outras regiões tanto do Cerrado como da Caatinga.

O estudo elaborado pelos analistas ambientais Marcos Fialho e Juliana Ferreira foi apresentado no I Seminário de Pesquisa e Iniciação Científica do ICMBio. O trabalho dos pesquisadores constata, porém, que o bugio-preto não é a única espécie que corre risco de desaparecer. Dos mais de 130 táxons de primatas brasileiros existentes, 26 estão ameaçados de extinção. Desses, dez estão “Criticamente em Perigo”, seis “Em Perigo” e dez “Vulneráveis”, conforme classificação da Lista de Espécies Ameaçadas do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

18

de

novembro

Carvoarias: campanha quer reduzir o trabalho escravo no interior do Piaui

Na última fiscalização foram encontrados onze trabalhadores em regime de escravidão no município de Corrente, a 900 km de Teresina

Matéria completa TV Cidade Verde:  http://www.youtube.com/watch?v=SrqrgdXOnH0

16

de

novembro

Desmatamento na Serra Vermelha aumenta desertificação no Piaui

Enquanto a África perde terras de savana, o Brasil deve ganhar áreas imensas com esse tipo de vegetação.

Uma das consequências das mudanças climáticas do planeta será a transformação de parte da Floresta Amazônica em savana. No Nordeste, a paisagem original, que antes lembrava a savana, deve ficar cada vez mais parecida com um deserto.

A desertificação já alcança toda a região do semi-árido brasileiro. No sul do Piauí, a erosão do solo atinge 15 municípios. As plantas estão sumindo. A terra é imprestável. Cientista preveem que esse cenário deve se alastrar e piorar com o aquecimento global.

Os primeiros sinais de enfraquecimento do solo apareceram há quase 50 anos. As várias tentativas de se evitar o aumento da desertificação não deram certo. O resultado é que as voçorocas, que são imensas aberturas na superfície da terra, não param de crescer.

Em Gilbués está a maior área contínua de deserto do Brasil. Um problema que expulsa o homem do campo e já alcança a área urbana do município. “Está chegando cada vez mais próximo da cidade. Os moradores das casas próximas estão ficando com medo. O que eles podem fazer?”, indaga um morador.

A terra levada pela água da chuva mata também os rios. Um rio, no município de Monte Alegre, pode desaparecer. “Era muita água. Foi ficando mais fraco, e tudo aterrou”, conta uma senhora.

Enquanto no Nordeste as áreas de deserto crescem, no Sul e no Sudeste do Brasil, a previsão é outra: eventos extremos como tempestades, tornados e furacões serão ainda mais radicais e acontecerão com mais frequência.

15

de

novembro

Encontrada espécie rara de macaco na Serra Vermelha

Das mais de 130 espécies, 26 correm riscos

Apesar de o Brasil ter uma das maiores diversidades de primatas do mundo, com mais de 130 espécies registradas pela ciência, essa realidade pode mudar: muitas dessas espécies correm o risco de desaparecer por falta de habitat. No Piauí, por exemplo, o bugio-preto (Alouatta Caraya) já é considerado ameaçado de extinção.

Estudos sobre a distribuição das espécies, também apresentado no I Seminário de Pesquisa e Iniciação Científica do ICMBio, indicam que dos mais de 130 táxons de primatas brasileiros existentes, 26 estão ameaçados de extinção. Desses, dez estão Criticamente em Perigo, seis Em Perigo e dez Vulneráveis, conforme classificação da Lista de Espécies Ameaçadas do Ministério do Meio Ambiente (MMA).

No mapeamento realizado em 31 municípios no sul do Piauí, pesquisadores do CPB mostraram que há poucos registros sobre a distribuição de bugio-preto no Semi-Árido brasileiro. Os pesquisadores observaram que os poucos indivíduos sobreviventes estão pressionados pela caça e pela descontinuidade das matas ciliares. O isolamento provocado pela fragmentação das matas ciliares - locais onde vivem - é o principal motivo que ameaça levar essa espécie à extinção.

Todos os registros do bugio-preto realizados entre 2005 e 2008 ocorreram durante as expedições à região do Alto Parnaíba, na bacia do rio Gurguéia, e nas drenagens pertencentes à Bacia do Rio São Francisco, ao sul da Serra Vermelha e da Serra da Capivara. Típica da região do Semi-Árido brasileiro, esse espécie também existe na América do Sul.

De pelagem inteiramente negra ou marrom-escura nos machos e marrom-amareladas nas fêmeas, essa espécie é conhecida no Nordeste não só como bugio-preto, mas também como carajá, guariba, guariba-preto. O estudo, elaborado pelos analistas ambientais Marcos Fialho e Juliana Ferreira, sobre a expansão e a distribuição dessa espécie também foi apresentado no I Seminário de Pesquisa e Iniciação Científica do ICMBio.

Os pesquisadores produziram 72 entrevistas entre 2005 e 2008, em 31 municípios do centro e do sul do Piauí. Das 72 entrevistas, 20 foram fieis às declarações dos entrevistados. Na apresentação do trabalho, durante o seminário, eles informaram que os dados de campo sugerem que a ocorrência dessa espécie está restrita às matas ciliares e às suas proximidades, bem como aos boqueirões - regiões úmidas existentes no Semi-Árido e em outras regiões tanto do Cerrado como da Caatinga.

http://www.oserrano.com.br/mais.asp?tipo=Local&id=13211

15

de

novembro

Campanha ganha reforço

Movimento ambientalista dará novo impulso

a campanha SOS Serra Vermelha

Um grupo de ONG’s do Piauí e do Brasil estão reunidos para discutir novas campanhas de mobilização em defesa da criação do Parque Nacional Serra Vermelha.

Notícias de bastidores dão conta que o governo do estado do Piauí em parceria com o ministo Carlos Minc, pretendem engavetar o projeto de criação da reserva.

Na última semana, em Teresina, os ambientalistas renovaram a coordenação da Rede Ambiental do Piaui -REAPI, que coordenará a nova etapa da campanha SOS Serra Vermelha.

Aguardem novas informações.

15

de

maio

DENÚNCIAS DESMASCARAM SECRETÁRIO DO MEIO AMBIENTE DO PIAUÍ

JORNALISTA ACUSA SECRETÁRIO DE ARTICULAR DEVASTAÇÃO EM ÁREA DE FUTURO PARQUE

Tânia Martins - Jornalista Ambiental

Como integrante do Grupo de Trabalho-GT, criado pelo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, para realizar um diagnóstico sobre a Serra Vermelho, sou testemunha do jogo sujo de interesses políticos e econômicos montado para garantir a permanência da empresa JB Carbon na área, bem como de outros grupos empresarias, que visam muito dinheiro às custas de uma floresta extremamente rica do ponto de vista biológico. Para se ter uma ideia, existe ali o maior número de espécie de aves da caatinga do Nordeste bem como a maior riqueza vegetal da região, além de ser uma área de recarga hídrica importante para o Piauí.

Contrariando ao cargo que exerce o Secretário de Meio Ambiente do Estado, Dalton Macambira, articulou uma manobra em abril passado, organizando uma audiência pública no município de Bom Jesus e enchendo a Câmara de Vereadores daquela cidade de empresários do agronegócio e prefeitos interessados no grande tesouro, para dizerem que não querem a criação de uma unidade de proteção. Em nenhum momento Danton Macambira se manifestou favorável a proteção do lugar, muito pelo o contrário, apresentou uma série de restrições para evitar a conservação, entre elas, deixar o projeto Energia Verde e outras ocupações irregulares, dentro da Serra Vermelha. Até mesmo lugares de extrema beleza cênica, formada por cânions, morros, serras e uma vegetação deslumbrante não foi poupada pelo projeto do secretário, grande defensor do agronegócio.

Após a vistoria da área os representantes do ICMBio/MMA constataram irregularidades de toda ordem, uma delas, uma briga judicial da empresa JB Carbon com a Associação Serrana da Serra Vermelha I e II, ambas se dizem donas de mais de 20 mil hectares de terras públicas. Infelizmente, este não foi o único caso encontrado de áreas sobrepostas, o mesmo acontece com o Condomínio Novo Horizonte, de 11.800 hectares, Cajunorte de 40 mil hectares. Sobreposição de áreas é um fato comum na história da grilagem de terras no Sul do Estado, fato este de conhecimento do Tribunal de Justiça do Piauí-TJ, que já constatou através de correição mais nada fez para arrecadar as terras públicas.

Ao final, os técnicos deixaram claro que é de extrema importância preservar e conservar uma área de aproximadamente 400 mil hectares, incluindo a Área de Proteção Ambiental do Estado-APA do Rangel, onde a Semar já expediu licença para a exploração do agronegócio. Para criar uma unidade de conservação na Serra Vermelha eles se baseiam em leis, entre elas a Lei 11.428/2006 da Mata Atlântica que se faz representar na região, bem como o Cerrado e a Caatinga.

15

de

maio

JUSTIÇA FEDERAL APÓIA CRIAÇÃO DE PARQUE NA SERRA VERMELHA

 

 

MINISTÉRIO PÚBLICO QUER CRIAÇÃO DO PARQUE NACIONAL DA SERRA VERMELHA

 

O Ministério Público Federal no Piauí quer que sejam agilizados os estudos ambientais necessários para a criação do Parque Nacional da Serra Vermelha, na região sul do Piauí. O procurador da República Tranvanvan da Silva Feitosa oficiou ao Ministério do Meio Ambiente recomendando a adoção de providências para que os estudos sejam agilizados, a fim de evitar a devastação e desmatamentos ilegais praticados naquela região.

No documento, o procurador alerta que, se essas medidas não forem tomadas a tempo, os danos causados ao ecossistema da Serra Vermelha poderão ser irreversíveis.

“Se não forem tomadas medidas urgentes pelo poder público para a criação da unidade de conservação, certamente, no futuro, esta restará inviabilizada pela destruição criminosa daquela região, cujas dimensões territoriais e riqueza de biodiversidade tem o potencial ambiental para ser a maior unidade de conservação ambiental fora da Amazônia”, argumenta Tranvanvan Feitosa. 

Autor/Fonte: MPF-PI | Edição: Arlinda Monteiro

15

de

maio

REDE DE ONGs DA MATA ATLÂNTICA ENVIA OFICIO AO MINISTRO DO MEIO AMBIENTE

MAIOR REDE DE ONG’S DO BRASIL DENUNCIA

MANOBRAS PARA DEVASTAR SERRA VERMELHA

 

A Rede de ONGs da Mata Atlântica (RMA), entidade que reúne mais de 300 organizações não governamentais, de norte a sul do Brasil, enviou oficio ao ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, denunciando manobras do Governo do Piauí para impedir a preservação da Serra Vermelha.

O documento também pede a imediata transformação da Serra Vermelha, no sul do Piauí, onde fica localizada a última floresta do semi-árido brasileiro, em Parque Nacional.

O lugar estava sendo alvo da empresa carioca JB Carbon, que pretendia transformar grande parte da Serra Vermelha em carvão vegetal para abastecer as siderúrgicas do Brasil e do exterior. O projeto foi paralisado pela Justiça Federal em meados de 2008 e desde então a empresa vem se mobilizando politicamente para retomar o projeto denominado Energia Verde.

Na época do desmatamento o escândalo foi divulgado pelo programa Globo Repórter e por uma série de veículos de comunicação do Brasil e do exterior. Os sites, jornais e emissoras de televisão do Piauí também deram ampla divulgação a destruição ambiental.

No documento enviado ao ministro Carlos Minc, os ambientalistas dizem que o Governo do Piauí através da Secretaria Estadual de Meio Ambiente está manipulando o processo ficando contra a preservação da Serra Vermelha e facilitando uma série de agressões ambientais.

13

de

maio

PORTAL AZ DENUNCIA JORNALISTAS QUE TRABALHAM PARA JB CARBON

ARTIGO ASSINADO PELA REDAÇÃO DE BRASÍLIA APONTA LIGAÇÕES IMORAIS ENTRE PROFISSIONAIS DA IMPRENSA E A EMPRESA JB CARBON

confira:

Valores Obscuros!

JB Carbon usa mídia do Piauí para tentar liberar seu negócio

ARTIGO DO PORTAL AZ

JB Carbon usa mídia do Piauí para tentar liberar seu negócio

 

É impressionante a voracidade da empresa JB Carbon em tentar defender seus interesses. Para isso se utiliza de pessoas da área de comunicação que de escrúpulos não tem nada. 

Vamos fazer um retrocesso, e ver o jogo midiático que vem ocorrendo desde o início do ano passado, com o uso de jornalistas em Brasília, para defender os interesses da empresa. Merece uma pequena investigação.

Há documento, que na verdade, mais parece uma piada. Matérias forjadas, jornalistas usados.
Contratos guardados a sete chaves. Agência envolvida.

E certamente isso virá à tona, pelas mãos daqueles que se acharam lesados após constatarem a verdade, não é Cristal Sá e Rômulo Rocha?

www.portalaz.com.br/noticia/brasilia/135756_jb_carbon_usa_midia_do_piaui_para_tentar_liberar_seu_negocio.html

13

de

maio

TV GLOBO VOLTA A VEICULAR IMAGENS DA SERRA VERMELHA

DEVASTAÇÃO NA SERRA VERMELHA GANHA DESTAQUE NO FANTÁSTICO

 

As imagens de destruição ambiental na região da Serra Vermelha foram destaque na última edição do Fantástico, da Rede Globo de Televisão. As cenas de devastação que já são de conhecimento de grande parte da população piauiense, no domingo ganharam projeção nacional através do Fantástico.

Cenas chocantes de uma fileira com cerca de 300 fornos que estavam queimando a biodiversidade da Serra Vermelha e que já tinham sido destacadas no Globo Repórter, foram veiculadas no quadro VOZES DO CLIMA que teve seu último episódio veiculado no Fantástico.

Apesar do próprio governador Wellington Dias (PT), defender o projeto Energia Verde, da empresa carioca JB Carbon, que pretendia desmatar cerca de 77 mil hectares na Serra Vermelha, no Fantástico foi o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que disse não ser aceitável esse tipo de agressão ambiental.

As imagens aéreas do terror que vinha sendo feito na Serra Vermelha estão no começo e no meio do episódio. Confira em: http://especiais.fantastico.globo.com/vozesdoclima/

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